Descrição
As flores de Clitoria ternatea vêm de cultivo próprio em Sistema Agroflorestal Agroecológico e de famílias parceiras do Projeto Ubuntu. A colheita ocorre manualmente, uma a uma, o que garante seleção cuidadosa. Depois disso, as flores seguem para a desidratação abaixo de 46 °C, com fluxo contínuo de ar. Esse método preserva tanto a cor quanto as propriedades medicinais e garante estabilidade do produto. Em seguida, realizamos a embalagem em condições adequadas para manter toda a qualidade das pétalas.
A Clitoria ternatea recebe vários nomes populares, como Clitória, Cunhã, Feijão-borboleta, Ervilha-borboleta, Rainha-azul e Fada Azul. Há milhares de anos, ela aparece na Medicina Tradicional Chinesa e Ayurveda, principalmente em práticas relacionadas à memória, concentração e equilíbrio emocional. Por isso, o uso tradicional associa a planta a efeitos nootrópicos, adaptogênicos e relaxantes. Além disso, estudos recentes reforçam essas aplicações e identificam grande variedade de metabólitos secundários ativos nas flores e nas raízes.
O preparo do “Chá Azul” é hoje a forma mais comum de consumo. A infusão apresenta um azul profundo, que muda para violeta quando recebe limão, devido à alteração do pH. Além disso, as pétalas desidratadas podem colorir sucos, kombuchas, caldos, pães e cremes. Outro uso bastante apreciado aparece no Arroz Azul, prato tradicional da Malásia e da Tailândia. Em bebidas alcoólicas, como o gin, a cor azul se transforma em violeta quando a água tónica entra na mistura. Na cosmética natural, as pétalas são muito valorizadas porque concentram antocianinas e antioxidantes que atuam em máscaras faciais, cremes e produtos para cuidados da pele e cabelo.
#produtoscomresponsaeatitude
